Antes de mais nada, este não é um texto para dizer que programadores são mais inteligentes ou que usuários são leigos. Pelo contrário: é para lembrar que ambos os lados têm seus desafios — e que, no fim, todo sistema é feito por pessoas e para pessoas.

Quem nunca passou por isso: você entrega o sistema funcionando, validado, com mensagens claras… e no dia seguinte recebe um chamado:
“O sistema está com bug.”
Quando, na verdade, era só uma mensagem que o usuário não leu — ou não entendeu.
Isso não é burrice. É falta de UX.
Tentar usar um sistema que parece ter sido feito por um alienígena também não é fácil.
Quantos já tentaram preencher um formulário, erraram uma vírgula no CPF e tiveram que recomeçar tudo do zero? Frustrante, né?
É aqui que entra o verdadeiro herói: UX/UI. Design de interface não é sobre beleza — é sobre comunicação e usabilidade.
Se um sistema exige que o usuário pense como um programador, ele não é intuitivo. Se o desenvolvedor não se coloca no lugar do usuário, o sistema não é empático.
“Programar é construir pontes — não muros.”
Vamos trocar experiências? Seja como dev ou como usuário, comenta aqui e compartilha sua visão. 👇
Antes de começar o desenvolvimento, é essencial entender como o usuário vai navegar e interagir com o sistema. O User Flow garante que cada passo da jornada seja pensado para ser intuitivo e funcional.
Mapear o User Flow nos ajuda a entender o que realmente importa para o usuário. Para o Mini CRM Lead Tracker, o foco está em simplicidade, eficiência e visão gerencial de qualidade.
“Fluxo bem desenhado hoje, menos retrabalho amanhã.”
No próximo capítulo do Diário de Bordo, vamos modelar as entidades de dados com base nesse fluxo e preparar o diagrama ER inicial. Acompanhe!
Ser um bom desenvolvedor(a) front-end hoje vai muito além de codar com a última framework do mercado. As empresas procuram profissionais completos, que entreguem mais do que interfaces bonitas — entreguem experiências reais.
No final, o dev front-end ideal é aquele que entrega valor. Que entende o usuário, o design, o time e o produto. Que vê além da tela.
“Ferramentas mudam. Linguagens evoluem. Mas a capacidade de resolver problemas e criar boas experiências é o que fica.”
Quer saber mais sobre como se preparar para ser o dev que o mercado procura? Continue acompanhando o blog — novos artigos toda semana!
Iniciamos hoje o desenvolvimento do Mini CRM Lead Tracker, um sistema pensado para profissionais e pequenas equipes que precisam de um CRM leve, prático e objetivo.
Agora vamos avançar para a definição da arquitetura inicial e modelagem de dados, que vão sustentar a evolução do projeto.
“Cada linha de código será pensada para ser limpa, escalável e bem documentada — porque o futuro agradece.”
Quer acompanhar essa jornada? Fique de olho — novos capítulos do Diário de Bordo serão publicados toda semana!
Documentação de API não é luxo — é necessidade. Especialmente quando estamos construindo um sistema real, como o nosso Mini CRM Lead Tracker.
Para garantir que o sistema seja sustentável, optamos por usar o padrão Swagger para documentar a API RESTful do CRM.
Swagger é um conjunto de ferramentas que usa o padrão OpenAPI Specification para definir, visualizar e interagir com APIs RESTful de maneira padronizada e automática.
/**
* @OA\Post(
* path="/api/v1/leads",
* summary="Cria um novo lead",
* @OA\RequestBody(
* required=true,
* @OA\JsonContent(
* required={"nome", "email"},
* @OA\Property(property="nome", type="string"),
* @OA\Property(property="email", type="string")
* )
* ),
* @OA\Response(
* response=201,
* description="Lead criado com sucesso"
* )
* )
*/
Swagger nos permite manter o nosso Mini CRM organizado, claro e fácil de integrar — o que é fundamental para qualquer sistema sério que queremos que dure e evolua.
“Se não está documentado, é como se não existisse.”
Você já documenta suas APIs assim? Ou ainda deixa tudo na mão de Deus? 😂
Quem nunca voltou para um código meses depois e pensou:
“Que inferno é esse?”
Depois de anos codando projetos de todos os tamanhos, desenvolvi um processo próprio para estruturar cada projeto que começo. Neste artigo, compartilho meu estilo de programação — da documentação inicial às boas práticas no código e gestão do projeto.
Antes de qualquer comando no terminal, eu crio um documento PDF onde descrevo o projeto:
Depois disso, passo para diagramas e modelagens (como ERD – Entity Relationship Diagram) e crio os protótipos das telas usando o Figma.
Sou especialista em PHP e adoto o padrão PSR-12 para manter o código limpo e consistente. Minhas práticas incluem:
No front-end, minha filosofia é separar bem os blocos de código CSS:
Para organizar tarefas e acompanhar o progresso do projeto, utilizo o Jira. Isso ajuda a:
Todo projeto que desenvolvo é versionado com Git e hospedado no GitHub ou GitLab. Minhas práticas de repositório incluem:
[tipo]: descrição — exemplo: feat: criar endpoint de login).feature/, fix/, hotfix/).LICENSE e CONTRIBUTING.md), quando o projeto é open source ou colaborativo.“Código não é só para rodar. Código é para durar.”
Esse é o meu jeito de construir software. E você? Qual é o seu estilo de programação?