Hoje, no #Dia5 do Diário de Bordo, o projeto começou a ganhar uma API robusta — mas com responsabilidade. Nada de controller gigante ou regra de negócio no model. Aqui a gente aplica MVC de verdade.
FormRequest para validações desacopladasResource para padronizar as respostas da APIJobs + Events para ações desacopladas e assíncronasmiddleware e prefix (ex: /api/v1/leads)Muita gente acha que usa MVC. Mas na prática, mistura tudo no controller ou entope o model de regra.
Aqui, aplicamos:
Resource (output JSON padronizado)👉 Repositório completo no GitHub
Usar Laravel é fácil. Arquitetar bem usando Laravel é outra história.
Nos vemos no próximo capítulo do Diário de Bordo 🚀
Antes de mais nada, este não é um texto para dizer que programadores são mais inteligentes ou que usuários são leigos. Pelo contrário: é para lembrar que ambos os lados têm seus desafios — e que, no fim, todo sistema é feito por pessoas e para pessoas.

Quem nunca passou por isso: você entrega o sistema funcionando, validado, com mensagens claras… e no dia seguinte recebe um chamado:
“O sistema está com bug.”
Quando, na verdade, era só uma mensagem que o usuário não leu — ou não entendeu.
Isso não é burrice. É falta de UX.
Tentar usar um sistema que parece ter sido feito por um alienígena também não é fácil.
Quantos já tentaram preencher um formulário, erraram uma vírgula no CPF e tiveram que recomeçar tudo do zero? Frustrante, né?
É aqui que entra o verdadeiro herói: UX/UI. Design de interface não é sobre beleza — é sobre comunicação e usabilidade.
Se um sistema exige que o usuário pense como um programador, ele não é intuitivo. Se o desenvolvedor não se coloca no lugar do usuário, o sistema não é empático.
“Programar é construir pontes — não muros.”
Vamos trocar experiências? Seja como dev ou como usuário, comenta aqui e compartilha sua visão. 👇
Ser um bom desenvolvedor(a) front-end hoje vai muito além de codar com a última framework do mercado. As empresas procuram profissionais completos, que entreguem mais do que interfaces bonitas — entreguem experiências reais.
No final, o dev front-end ideal é aquele que entrega valor. Que entende o usuário, o design, o time e o produto. Que vê além da tela.
“Ferramentas mudam. Linguagens evoluem. Mas a capacidade de resolver problemas e criar boas experiências é o que fica.”
Quer saber mais sobre como se preparar para ser o dev que o mercado procura? Continue acompanhando o blog — novos artigos toda semana!